ARTIGOS
Douglas Faza Franco
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Leonardo V. Albino
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Thiago Augusto Lodi
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Eduardo Ghezzi
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
João Paulo P. Rodrigues
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Caio Rodrigo Macedo
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Ana Elisa Berno
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Fábio J. Caixeta
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Elias Paiva F. Neto
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Sidney J. L. Ribeiro
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Silvia H. Santagneli
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Younès Messaddeq
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Marcelo Nalin
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
Ao longo do último século, os materiais vítreos transformaram a ciência e a tecnologia. O Laboratório de Vidros Especiais (LAViE) e o Laboratório de Materiais Fotônicos (LAMF), do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), em Araraquara-SP, têm se destacado no desenvolvimento de vidros e fibras ópticas com propriedades magneto-ópticas (MO). Esses materiais, baseados em íons de terras raras como Tb³⁺, Dy³⁺ e Ho³⁺, são promissores para sensores ultrassensíveis de corrente elétrica e/ou campo magnético. O reconhecimento científico dos resultados impulsionou, em 2023, a criação da startup GlassGlass Technologies, nascida no IQCAr-Unesp, com o propósito de transformar o conhecimento acadêmico em soluções reais para o setor fotônico e energético, consolidando seu protagonismo na ciência brasileira.
http://doi.org/10.5281/zenodo.17966833
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